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5 de agosto de 2026

OMINI: Primeira boutique de M&A "buy-side" que ajuda investidores angolanos a adquirir empresas em Portugal

OMINI: Primeira boutique de M&A "buy-side" que ajuda investidores angolanos a adquirir empresas em Portugal

O investimento angolano em Portugal já ultrapassou o investimento português em Angola e vale, segundo dados oficiais, mais de 4 mil milhões de euros. No final de 2025, o stock de investimento direto de Angola em Portugal atingiu 4.525,7 milhões de euros, um crescimento de 152% face a 2021 , enquanto o sentido inverso se situava em 2.410,4 milhões de euros. A inversão de saldos, confirmada pelo Banco de Portugal e reportada pelo Jornal de Negócios, ilustra uma realidade clara: o capital angolano tem hoje peso e apetite suficientes para disputar oportunidades de qualidade no mercado português.

Apesar deste poder de aquisição, a participação de investidores angolanos no mercado português de fusões e aquisições continua residual. Existe capital, existe interesse e existe potencial — falta, em muitos casos, a estrutura especializada que traduza ambição em operações concretas, com rigor, discrição e acompanhamento de ponta a ponta.

É precisamente nesta lacuna que nasce a OMINI. Apresentando-se como a primeira boutique de M&A com foco total no investidor comprador (buy-side), a OMINI tem como objetivo principal ajudar empresários e investidores angolanos a adquirir empresas em Portugal. O posicionamento é inequívoco: 100% dos mandatos estão do lado do comprador. A empresa assume-se como a ponte estratégica entre Angola e Portugal, trantando desde o acordo de confidencialidade ao fecho da operação, passando pela análise de oportunidades, proposta não vinculativa, negociação, due diligence e plano de transição.

Duas gerações de investidores, dois contextos distintos

A história recente do investimento angolano em Portugal conhece duas fases bem distintas. A primeira geração, liderada por figuras como Isabel dos Santos, Leopoldino Fragoso do Nascimento (Kopelipa), Manuel Vicente e Álvaro Sobrinho, marcou a entrada de capital de origem angolana em ativos portugueses de relevância. Por diversos motivos, muitos destes processos acabaram por enfrentar complexidades jurídicas que, de forma indireta, geraram cautela e, em alguns casos, desincentivaram a entrada de novos players.

Hoje, emerge uma segunda classe de investidores: mais preparada, com visão de mercado, menor influência política e maior apetite por operações estruturadas, transparentes e sustentáveis. São empresários e gestores que procuram diversificação geográfica, acesso ao mercado europeu, fundos comunitários (Portugal 2030) e ativos com capacidade de geração de valor a médio e longo prazo. É a este perfil que a OMINI se dirige de forma prioritária.

Acompanhamento integral e rede de parceiros

A OMINI não se limita a identificar oportunidades. Acompanha todo o processo de aquisição: desde a identificação e seleção de empresas, elaboração e apresentação da proposta não vinculativa, visitas técnicas, organização de reuniões, plano de transição, auditoria até ao fecho da operação. O objetivo é reduzir risco, garantir alinhamento estratégico e maximizar a probabilidade de sucesso pós-aquisição.

Para o conseguir, a boutique conta com uma rede de parcerias em Portugal, desde consultores externos e escritórios especializados em M&A e acessoria jurídica que permite ter acesso a empresas de elevada qualidade, tanto ao nível da gestão como da performance comercial. Esta rede, combinada com o conhecimento profundo do contexto angolano e português, cria uma vantagem competitiva clara para o investidor que pretende operar com confiança e discrição.

Ambição clara e mercado disponível

O fundador da OMINI garante que existe mercado e capital suficiente para a empresa atingir um volume de negócios de 50 milhões de euros até finais de 2026. A meta, ambiciosa mas fundamentada, reflete a convicção de que a lacuna de intermediação especializada em M&A no eixo Angola–Portugal constitui uma oportunidade real e ainda pouco explorada.

Num momento em que o investimento angolano em Portugal já supera o sentido inverso e continua a crescer, a OMINI posiciona-se como o intermediário de referência para quem quer transformar capital em ativos produtivos no mercado português. Mais do que uma boutique de M&A, a empresa apresenta-se como a estrutura que permite à nova geração de investidores angolanos entrar no mercado europeu com rigor, visão estratégica e acompanhamento completo, do primeiro contacto ao fecho da operação.

Para empresários e investidores angolanos que pretendem adquirir empresas em Portugal com confiança, a OMINI propõe-se ser exactamente isso: a ponte estratégica entre dois mercados e a garantia de um processo buy-side feito de ponta a ponta.